terça-feira, 27 de março de 2018

Conheça mais sobre os diferentes tipos de refletores de lâmpadas UV

Divulgar conhecimentos para qualificar os usuários é um dos objetivos da VisionCure.

Para tanto, disponibilizamos dois boletins técnicos que discutem o sistema de refletores de equipamentos UV:

Entenda mais sobre a IMPORTÂNCIA DAS LÂMINAS REFLETIVAS, clicando AQUI.

Entenda mais sobre os diferentes tipos de refletores ópticos, clicando AQUI.





terça-feira, 31 de março de 2015

VisionCure renova ISO 9001, ISO 14001 e OHSAS 18001

A VisionCure, tendo passado por mais um ciclo de auditorias, tem a grata satisfação de tornar público que conquistou a renovação da certificação de seu sistema integrado de gestão da qualidade, compreendido pelas certificações:

ISO 9001: qualidade
ISO 14001: meio-ambiente
OHSAS 18001: perigos e riscos ocupacionais

Parabéns a todos nós por esta conquista que nos mantém ainda como a única empresa de nosso segmento no mundo com a tripla certificação.




quinta-feira, 2 de outubro de 2014






Jornal Valor Econômico aponta retomada da produção industrial.

Produção industrial aumenta 0,7% pelo segundo mês seguido, nota IBGE

Por Diogo Martins | Valor

RIO  -  (Atualizada às 9h28) A produção industrial brasileira aumentou 0,7% em agosto, na comparação com julho, quando também cresceu 0,7% e interrompeu quatro meses seguidos de queda. Os dados fazem parte da pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentada nesta quinta-feira.
O resultado ficou acima da média de 0,1% prevista por 19 instituições financeiras e analistas consultados pelo Valor Data. O intervalo das estimativas era de queda de 0,7% a aumento de 0,7%.
"O crescimento de 0,7% da atividade industrial na passagem de julho para agosto teve predomínio de índices positivos, alcançando 14 dos 24 ramos pesquisados, com destaque para o avanço de 2,4% registrado por indústrias extrativas, que apontou o sexto resultado positivo consecutivo, acumulando nesse período expansão de 7,3%", destacou o IBGE em nota. Veículos automotores, reboques e carrocerias, por sua vez, registraram baixa, de 1,5%.
Ainda no confronto mensal, houve estabilidade na produção de bens de capital. A produção de bens intermediários aumentou 1,1%, enquanto a de bens de consumo duráveis diminuiu 3%. A produção de bens de consumo semi e não duráveis recuou 0,8%.
Em relação a agosto de 2013, quando a indústria teve queda de 5,4%, a produção de bens de capital recuou 13,4%, a de bens intermediários caiu 3,3%, ao passo que a produção de bens de consumo duráveis apresentou baixa de 17,9% e a de bens de consumo semi e não duráveis diminuiu 3,1%.
De janeiro a agosto, a produção industrial recuou 3,1%, sendo que a produção de bens de capital caiu 8,8%, a de bens intermediários cedeu 2,6%, enquanto a de bens de consumo duráveis declinou 10,3% e a dos bens de consumo semi e não duráveis ficou estável.
Nos 12 meses encerrados em agosto, quando a indústria geral encolheu 1,8%, a produção de bens de capital caiu 2,4%, a de bens intermediários recuou 2%, a de bens de consumo duráveis diminuiu 6,6%, mas a de bens de consumo semi e não duráveis subiu 0,3%.

Desempenho da produção industrial

Fonte: IBGE
períodotaxa de variação (%)
agosto 2014 / julho 20140,7
agosto 2014 / agosto 2013-5,4
acumulado 2014-3,1
acumulado 12 meses-1,8
(Diogo Martins | Valor )
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terça-feira, 23 de setembro de 2014

Boletim Técnico 018 - Dimensionamento do Sistema de refrigeração UV a ar


Fonte: http://www.visioncure.com.br/bt/BT_018.pdf

                O presente boletim técnico tem por finalidade discutir o dimensionamento adequado do sistema de refrigeração a ar necessário ao bom funcionamento de lâmpadas UV em sistemas de cura UV.

Definições preliminares
Antes de se avaliar diretamente o dimensionamento do sistema de refrigeração é preciso compreender o funcionamento de um sistema de cura UV. Basicamente os sistemas de cura UV (também chamados de curadoras ou fornos UV) consistem de:
a)      Lâmpada UV (uma ou mais): é a principal responsável pela emissão dos raios UV. Em funcionamento, lâmpadas de mercúrio emitem cerca de 30% de radiação UV, 15% de luz visível e 55% de calor (infravermelho). Dentro dos 30% da radiação UV a distribuição espectral mais comum  é 15% UVC, 8% UVB e 7% UVA. A temperatura no bulbo, quando em funcionamento máximo, irá variar entre 500 e 1100 graus centígrados, dependendo do ponto de medição.
b)      Sistema óptico (um ou mais): é o principal responsável pela congruência dos raios UV emitidos pela lâmpada no ponto focal. Consiste do refletor dissipador e da lâmina refletiva. O refletor, elaborado em alumínio estruturado de alta condutibilidade térmica e lâmina refletiva elaborada com dopagem especular garantem a máxima reflexão dos raios UV e a otimizada absorção do calor gerado para dissipação pelas aletas.
c)       Sistema e exaustão (um ou mais): é o principal responsável pela manutenção do equilíbrio térmico do sistema UV, evitando a degeneração precoce da lâmpada e alterações no comportamento da emissão UV. Consiste do exaustor de ar quente, dutos de exaustão e escape e controle de temperatura.
d)      Sistema de transporte (um): consiste na esteira transportadora responsável pelo transporte do material a ser curado sob a exposição focal da emissão UV.
e)      Sistema de potência e controle (um ou mais): consiste na fonte/transformador responsável pela energização em alta tensão da lâmpada UV e de todo o sistema periférico de controle de sinais a fim de garantir o correto funcionamento de todo o sistema de cura UV.


         Temperaturas esperadas

a)      Lâmpada UV: a única forma eficaz de se medir a temperatura diretamente no bulbo ligado é por meio de sensor óptico encapsulado com quartzo que filtre a absorção de IR na faixa de 4,5 a 4,8 micrômetros. Além disso, deve ser posicionado entre 40 a 100mm do bulbo de modo que a temperatura no encapsulamento de proteção não ultrapasse 65 graus centígrados. Estas cautelas são necessárias para que se obtenham medições realísticas de temperatura. Nos eletrodos a temperatura medida será de aproximadamente 1100 graus centígrados e no meio do bulbo algo em torno de 500 graus centígrados, sob condições ideais de funcionamento e refrigeração. O equilíbrio térmico da lâmpada é identificado quando a mesma, ao ser submetida à corrente de seu projeto, apresenta tensão de +5-10% da tensão de projeto do bulbo, lembrando que em alguns casos há alta tensão envolvida. Com muito calor a tensão tende a aumentar acima do limite e com muita refrigeração a tensão tende a baixar muito.
b)      Sistema óptico: por meio de sensor termopar de contato a temperatura medida nas aletas dissipadoras do refletor deverá oscilar entre 80 e 90 graus centígrados. Temperaturas muito baixas podem provocar falhas na estabilização do arco e muito altas poderão danificar o bulbo.
c)       Sistema de exaustão: por meio de sensor termopar a temperatura medida na saída de escape da exaustão deve oscilar entre 40 e 60 graus centígrados. Temperaturas mais baixas significam excesso de refrigeração (problemas de estabilização do arco) e mais altas significam falta de refrigeração (superaquecimento que danificará o bulbo).


       Dimensionamento do exaustor
Inicialmente é importante que ao se dimensionar o exaustor o projetista verifique as condições de temperatura ambientais ao longo do ano, no recinto onde o equipamento será instalado.
Os cálculos informados a seguir são baseados em experimentos e aplicáveis quando a temperatura ambiente oscile entre 15 e 30 graus centígrados.
O volume de ar de refrigeração dependerá da potência do bulbo. Normalmente o ar quente é extraído por um dos lados do refletor, podendo ser extraído de ambos os lados quando os bulbos forem maiores que 30 polegadas e densidades de potência maiores que 200 w/pol. Sempre é importante efetuar testes de posicionamento da exaustão a fim de avaliar o melhor local de modo a serem garantidas as temperaturas ideais nos processo.




A tabela abaixo serve de referência para o dimensionamento da taxa de exaustão (vazão em m3/min), devendo os valores informados ser multiplicados pela potência total da lâmpada (em kW):

Densidade de Potência (W/pol)

100 a 150

175 a 225

250 a 325

350 a 450

500 a 600
Taxa de exaustão mínima (m3/min)

0,5 m3/min * kW

0,67 m3/min * kW

0,84 m3/min * kW

1,08 m3/min * kW

1,5 m3/min * kW

Observações:
a)      Sempre selecione um exaustor que seja igual ou superior ao valor encontrado pelo cálculo, nunca menos!
b)      Adicione 100% ao volume calculado a fim de considerar a refrigeração do interior do gabinete.
c)       Em equipamentos que operem em menos de 100% (stand by ou meia potência) é preciso considerar que a redução da potência deve ser seguida por redução na exaustão enquanto perdurar o regime.
d)      A tabela calcula taxa de exaustão para uma lâmpada. Desejando usar um único exaustor para maios de uma lâmpada multiplique o valor encontrado pelo número de lâmpadas
e)      Os valores são utilizados para lâmpadas de mercúrio. Lâmpadas dopadas devem ter as taxas de exaustão aumentadas em 30%.

Exemplos de cálculos:
UMA Lâmpada de 8 polegadas, 300 w/pol, potência total 2,4 kW
Refrigeração da lâmpada: 0,84 m3/min * 2,4 = 2,02 m3/min
Refrigeração do interior do gabinete: 100% de 2,02 = 2,02 m3/min
Taxa de exaustão total: 2,02 + 2,02 = 4,04 m3/min

UMA Lâmpada de 50 polegadas, 200 w/pol, potência total 10 kW
Refrigeração da lâmpada: 0,67 m3/min * 10 = 6,7 m3/min
Refrigeração do interior do gabinete: 100% de 6,7 = 6,7 m3/min
Taxa de exaustão total: 6,7 + 6,7 = 13,4 m3/min





                Tão importante quanto dimensionar a taxa de exaustão (vazão) é preciso eleger exaustores cuja pressão da exaustão seja igual ou maior a 200mmHg para que se garanta que a exaustão remova o ozônio gerado no processo (ainda que em baixas concentrações), as poeiras e eventuais solventes voláteis. Pressões inferiores acarretarão na deposição de contaminantes sobre o bulbo, prejudicando sua durabilidade.                 Recomenda-se o uso de exaustores radiais que proporcionam pressões maiores do que os demais.
                Tão importante quanto remover o ar quente do sistema UV é promover o ingresso de ar novo frio e filtrado. Avaliar os pontos de ingresso do ar e instalar os filtros contra poeiras é algo a se considerar no projeto.



Figura 1: exaustor radial 1 CV 18m3/min 210mmHg